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Autor Tópico: Curso de electrónica - parte 03 Condensadores  (Lida 3826 vezes)
José Flor
José António Flor de Sousa
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« em: Dezembro 14, 2007, 10:46:41 »

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Introdução á electrónica básica
Parte 3
Condensadores

Complemento sobre trimmers (condensador variável ou se quiser semi-variavel)

O capacitor é vulgarmente conhecido de condensador. Ele compre inúmeras finalidades nos circuitos eletrônicos. É utilizado no bloqueio de corrente contínua, para livre passagem de corrente alternada, como reservatório de cargas no circuito de filtro, como tanque nos circuitos osciladores, etc.

Capacitância
Suponhamos que se coloquem duas placas de metal em paralelo, sem que se toquem. Essas placas chamam-se de armaduras e o conjunto, capacitor. Liguemos essas placas a uma bateria. Como sabemos que as duas placas não se tocam, não haverá passagem de corrente elétrica, ou, melhor dizendo não deveria haver passagem de corrente elétrica. Admitamos que após certo tempo, tempo esse que corresponde ao de carga do capacitor, sejam medidas as tensões nas placas e na bateria. Verifica-se que não há diferença nas medidas; conseqüentemente, não está passando corrente.


Figura 1

Nota informativa:
O nosso colega Márcio no #14 alertou para informação extra sobre a simbologia dos da tabela 1 e que passo a informar aqui.
O condensador Fixo pode também ser chamado de não polarizado.
O Electrólitico pode também se chamado de Polarizado e também existe o condensador de tântalo que também é polarizado



Mais simbologias do condensador

Agora, desliga-se a bateria e mede-se novamente a diferença de potencial entre as placas. Verifica-se que ela é igual à da bateria. Ora, o fato de existir essa diferença de potencial indica que as placas acumularam cargas elétricas, além de que uma delas tem cargas negativas e a outra positivas. Para maior facilidade de raciocínio, admitamos que o capacitor tenha acumulado duas cargas elétricas, quando a ele aplicou-se 1 volt de diferença de potencial. Em uma segunda prática, unamos entre si os terminais do capacitor. É claro que as cargas positivas e negativas se anulam e temos, então, o que se chama de descarga do capacitor. Uma vez descarregado, apliquemos ao nosso capacitor uma diferença de potencial de 2 volts. Esperemos o tempo necessário para que se carregue. Feito isto, determinemos, por um processo qualquer que no momento não tem importância, a nova quantidade de carga. Verificamos que ela é duas vezes maior que a anterior, ou seja, 4 cargas. Agora em experiências iguais à descrita, mas com outras diferenças de potencial, medimos sempre a quantidade de carga. Verificamos que para 3 volts, encontramos 6 cargas;  para 4 volts, 8 cargas; para 5 volts, 10 cargas; e assim por diante. Observando atentamente esses números, notamos uma particularidade interessante, ou seja, a relação, isto é, a divisão entre a quantidade de cargas que o capacitor acumulou e a diferença de potencial aplicada é constante e sempre a mesma, nas diversas experiências, isto é, 2, pois, 2 dividido por 1 resulta 2; 4 dividido por 2 também dá 2, e assim por diante.
Chama-se Capacidade ou Capacitância de um capacitor a relação (divisão) entre a quantidade de carga acumulada e a diferença de potencial aplicada às suas armaduras.

Unidade de medida
A unidade de medida da capacitância é chamada de farad, em homenagem ao grande sábio inglês Michael Faraday, sendo representada pela letra F.
O farad é uma unidade de medida muito grande e tem pouca ou quase nenhuma aplicação prática. Por isso utilizamos seus submúltiplos.
Microfarad (μF) = 1/1.000.000 F   Nanofarad (nF) = 1/1.000.000.000 F      Picofarad (pF) = 1/1.000.000.000.000 F, veja tabela de prefixos da lição Parte 1.

De que depende a capacidade de um capacitor?
A capacitância não depende de diferença de potencial aplicada às armaduras. Isto porque quando se aumenta ou diminui a tensão aplicada às armaduras, também aumenta ou diminui a carga. Tome atenção e não aplique 50 volts a um capacitor de 10 volts, isto danifica o capacitor.
As dimensões ou áreas das armaduras:
Construamos um capacitor com duas placas de 10x10 cm ou seja 100 cm2 e afastadas de 1 cm. Agora construamos outra de 20x20 cm ou seja 400 cm 2, igualmente com 1 cm de afastamento. Ligamos os dois capacitores a uma diferença de potencial. Observamos que o capacitor maior que é 2 vezes maior em seus lados que o primeiro e a sua área é 4 vezes maior, tem capacidade 4 vezes maior que o primeiro.


Figura 2

Dielétrico:
Chama-se dielétrico de um capacitor a substância isolante que está colocada entre suas armaduras. A capacidade do capacitor também depende dessa substancia. Nas experiências anteriores, usamos o ar como dielétrico. Na realidade existem capacitores cujo ar é o seu dielétrico. Quando se desejam grandes capacidades são utilizados outros materiais como a mica, plástico, poliéster, cerâmica, vidro, óleo, etc. Para observar como varia a capacitância com o tipo de dielétrico, recorramos às experiências:
Admitamos que, sendo o ar o dielétrico, no capacitor da experiência anterior, encontramos uma capacitância de 8,86 pF. Agora, vamos preencher o espaço entre as duas armaduras, com mica. Sua capacitância é agora de 53,16 pF. Isto significa que a mica faz aumentar a capacitância em 6 vezes. Se usarmos o teflon que é um plástico como dielétrico o aumento teria sido de 2 vezes. Daqui concluímos que a capacitância depende do tipo de dielétrico utilizado.
Se aumentarmos para o dobro a espessura do dielétrico, a capacitância cai para metade, se diminuirmos a espessura para metade do dielétrico, a capacitância aumenta o dobro. Daqui concluímos que a capacitância varia inversamente com a espessura do dielétrico.

Como explicar o efeito capacitivo do capacitor?
Considere a figura 3 onde se vê um capacitor formado por duas placas planas e paralelas. A placa A está ligada ao positivo de uma fonte de corrente contínua e a placa B está ligada ao negativo através de um miliamperimetro. Com a chave desligada como mostra na figura, a corrente que passa é zero. Quando se liga a chave, à primeira vista também não deveria passar corrente, porque as duas placas não se tocam. Contudo, o operador irá observar que o ponteiro do medidor dará um salto brusco no momento em que se liga a chave, e em seguida, cai lentamente, até à posição de repouso, indicando que não há mais passagem de corrente. É neste instante que o capacitor fica carregado. Inicialmente, as placas A e B estão no estado neutro, ou seja, em cada uma existe igual quantidade de cargas elétricas negativas e positivas (elétrons e prótons). Quando se fecha a chave, liga-se a placa A ao pólo positivo da bateria, em que, como sabemos, há falta de elétrons. Este pólo então retira os elétrons da placa A, a qual fica positiva. O pólo negativo da bateria tem excesso de elétrons e como os elétrons procuram ocupar sempre a maior área possível, eles encaminham-se para a placa B, passando pelo medidor de corrente, que os acusa. De fato, quando as duas placas estão face a face e ligadas à bateria, aparece o efeito de indução, isto é, a placa A, positiva atrai os elétrons da B, negativa, e a B, negativa, atrai os prótons da A. Esta ação facilita a retirada de elétrons pelo pólo positivo da bateria e o fornecimento pelo pólo negativo à placa B.


Figura 3

Classificação dos capacitores quanto à variação da capacitância:    fixo, variável, semivariável
Classificação dos capacitores quanto à forma física:               tubular, disco, plano, moldado, passagem, pin-up, etc
Classificação dos capacitores quanto ao material dielétrico:        óleo, cerâmica, eletrolítico, papel, etc

Associação em série
A capacitância resultante será dada pelo produto das capacidades, dividido pela sua soma.
Cr = C1 x C2 / (C1 + C2) <=> Cr = 6 x 3 / (6 + 3) <=> Cr = 2 μF


Figura 4

Pela formula podemos concluir que a o resultado da associação em série é menor que o mais pequeno capacitor. Mais, quando se aplica uma diferença de potencial nos terminais da associação, que correspondem aos terminais livres do primeiro e último capacitor, essa diferença de potencial reparte-se entre os capacitores, de maneira que o que possuir menor capacitância receberá maior parcela de tensão. Esta particularidade deve ser observada sempre que se faz uma associação em série, porque, se não for levada em conta, poderá danificar o capacitor de valor mais baixo. Vamos insistir nisso, dando o exemplo da figura e admitindo que a tensão é de 100 volts. Olhando na figura parece que pode funcionar a 125 volts ou seja a soma das duas voltagens. Errado. A capacidade resultante como vimos é 2 μF. Essa capacitância equivalente está ligada a uma diferença de tensão de 100 V; logo, podemos determinar a quantidade de carga. De fato, se para definir a capacitância dividimos a quantidade de carga pela diferença de potencial aplicado é fácil concluir que, para calcular a quantidade de cargas, basta multiplicar a capacitância pala diferença de potencial: logo, a quantidade de carga em cada capacitor é de: 2 μF x 100 V = 200 μC (microcoulomb). (veja página 8 da Parte 1). A quantidade de carga em cada capacitor é, portanto, de 200 μC. Podemos, então, determinar qual deve ser a tensão em cada um, para que eles adquiram essa carga. Para calcular a tensão, basta dividir a quantidade de carga pela capacitância. Assim, para os dois capacitores: C1 – V = 200 μC / 6 μF = 33,33 V e C2 – V = 200 μC / 3 μF = 66,66 V. Como podemos ver o capacitor de menor capacidade terá que ser superior a 66,66 V, logo, não podemos usar o de 50 V pois este queimará. Note: normalmente não há necessidade de fazer este tipo de associação em série. Isto só acontece quando pretendemos um valor de capacitor não fabricado.

Associação em paralelo
A capacitância resultante é igual à soma de todas as capacitâncias, portanto, maior do que qualquer capacitância da associação. Cr = C1 C2 C3 = 18 μF. Se a tensão aplicada entre os terminais a e b for de 115 V, todos os capacitores estarão submetidos a essa mesma tensão.


Figura 5

De notar que para calcular os condensadores, usa as mesmas formulas do calculo das resistências, só que as ordens de paralelo e série são invertidas.


Os capacitores pin-up e os poliéster metalizado são identificados por barra de cores iguais às resistências. Use a tabela de cores dada no manual Parte 1.


José António Flor de Sousa
« Última modificação: Outubro 24, 2008, 10:27:57 por José Flor » Registado

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« Responder #1 em: Dezembro 14, 2007, 11:26:17 »

Lição 3 está completa, podem comentar. Quem quiser pode anexar mais informação se achar necessário ou corrigir algo que esteja errado.
José Flor
« Última modificação: Janeiro 06, 2008, 05:44:30 por José Flor » Registado

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« Responder #2 em: Dezembro 30, 2007, 20:10:44 »

Muito boa informação, continuação de bom trabalho aqui no forum Wink

Cumprimentos
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« Responder #3 em: Dezembro 30, 2007, 21:54:01 »

Muito boa informação, continuação de bom trabalho aqui no forum Wink
Cumprimentos
Muito obrigado. É o primeiro administrador/moderador a pronunciar-se a esse respeito. Eu até que ando um pouco calado com a continuação dessa matéria, tenho andado a ficar um pouco desanimado com o fórum.
Bom Ano Novo
José Flor
« Última modificação: Janeiro 05, 2008, 11:08:35 por José Flor » Registado

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« Responder #4 em: Janeiro 04, 2008, 12:28:36 »

Como um complemente a esta lição sobre condensadores, deixo aqui um programa para o calculo de condensadores.

Snapshot do programa para calcular condensadores.
José Flor
« Última modificação: Janeiro 20, 2008, 12:40:46 por José Flor » Registado

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« Responder #5 em: Janeiro 05, 2008, 06:02:29 »

Como um complemente a esta lição sobre condensadores, deixo aqui um programa para o calculo de condensadores.
José Flor


era porreiro tb deixar um screenshots dos ditos programas

outra cena, José Flor: no topico das resistencias, meteste o electromagnetismo junto? era porreiro tarem as coisas separadas e no indice tb era fixe introduzir sub-indices para pesquisa rapida de kk assunto em particular.

Outra coisa, agora a falar sobre os transistores, era fixe colocar um exemplo pratico no fim usando um dado transistor tipo p.exe.: BC338, e co um circuito didáctico, ensinar co se deve ligar ele (nas diferentes configuraçoes possiveis), co calcular as resistencias de saturaçao, co analisar o datasheet respectivo e ir buscar os valores e características principais.

São algumas sugestões!..

Bom trabalho e continua!
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« Responder #6 em: Janeiro 05, 2008, 09:37:30 »

Futuramente vou deixar as várias ligações dos transistores e vou colocar o cálculos das resistências dos transistores.
Quando aos screenshots é boa edéia. Quanto aos links terei que trabalhar eles conforme poder o no que vir que é possível fazer links.
Não estou lembrado do magnetismo nas resistências, vou ver o que se passa. Se estiver falando desta cena é porque faz sentido. Aliás, em electrónica existem sempre resistência, capacitância e indutância, mas só falamos na que existe mais nesse componente. É pr essa razão que muitas vezes os componentes são colocados em lugares estratégicos na PCB devido aos factores de indutâncias e capacitâncias.
Se tu ou alguém poderem-me ajudar a fazer esses links e/ou a mexer na matéria, ficaria muito agradecido e acabava sendo trabalho de equipe.
Abraços
José Flor


1H mais tarde:
Hujo, já está ai em cima o screenshot. O teu nick tem que mudar para o fotografo já que tu colocas imagens em tudo. Já agora coloca ai a foto tua, não sendo possivel pode ser a da tua namorada. lol
Es pesquisei sobre o electromanetismo em resistências e não achei. Podes ser mais especifico. Pode ser um screnshot com uma marca qualquer para eu me aperceber.
Obrigado
« Última modificação: Janeiro 05, 2008, 10:34:58 por José Flor » Registado

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« Responder #7 em: Janeiro 05, 2008, 21:15:00 »

Hugo, já está ai em cima o screenshot. O teu nick tem que mudar para o fotografo já que tu colocas imagens em tudo.
Isso é mau?..  Indeciso  ..smp facilita a compreensão do assunto..e o ppl keixa-s k se fartam de ler ou k n teem tempo pra ler tdo, mas c as fotos smp é informaçao de facil digerir e por vezes resume mto palavreado!
E tb n fica mais interessante uma dada informaçao vir complementada c pictures? Lingua

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Es pesquisei sobre o electromanetismo em resistências e não achei. Podes ser mais especifico. Pode ser um screnshot com
neste topico (parte 2 resistencias em paralelo), em #3 puseste a liçao "parte 2 electromagnetismo"...pareceu-me lapso seu..n sei, por isso perguntei.. Hein

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Se tu ou alguém poderem-me ajudar a fazer esses links e/ou a mexer na matéria, ficaria muito agradecido e acabava sendo trabalho de equipe.
bem, isso de mexer na materia implica ter estatuto especial para mexer nos teus topicos!:P por isso so alguem c ess estatuto pode ajudar nesse sentido..
..e tb, eu sou de longe, alguem k pode ajudar nesse sentido, visto n ter conhecimentos para tal...posso ajudar c sugestoes, dicas, fotografias Lingua, links ou infos extras vindo de pesquisas casuais..


Abr
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« Responder #8 em: Janeiro 06, 2008, 04:21:53 »

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bem, isso de mexer na materia implica ter estatuto especial para mexer nos teus topicos!:P por isso so alguem c ess estatuto pode ajudar nesse sentido..
..e tb, eu sou de longe, alguem k pode ajudar nesse sentido, visto n ter conhecimentos para tal...posso ajudar c sugestoes, dicas, fotografias Lingua, links ou infos extras vindo de pesquisas casuais..
Respondendo somente a esta questão por agora:
Eu digo que quem poder, pode copiar o meu texto e trabalhar ums links html e dai passar para mim que eu daria conta de editar o original.

Mas, a tua edéia das fotos ficou muito fixe. Assim como o resta da informação que me passaste para eu fazer.
Sobre o assunto do electromagnetismo, eu vejo isso outra hora, agora vou trabalhar um pouco na matéria dos transistores e responder ás mensagens o fórum, e outros assuntos mais.
Abraço
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« Responder #9 em: Janeiro 06, 2008, 05:36:29 »

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Hugo: neste topico (parte 2 resistencias em paralelo), em #3 puseste a liçao "parte 2 electromagnetismo"...pareceu-me lapso seu..n sei, por isso perguntei.. Hein
OK Hugo,
Já vi o problema. Faz um tempo que fiz a matéria. Estava a falar de resistências e para terminar falei um pouco sobre electronagnetismo. Depois continuei e fiz mais lições.
Desta forma, está confuso. Vou ver o que pode ser feito para corrigir isso. Fiz umas alterações, mas acho que deverei tirar esse pedaço e colocar em electromagnitismo.
Tenho que dar uma estudada e ver qual a melhor solução. Talvez um suplemento ou um complemento. Diz o que achas se poderes.
José Flor
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« Responder #10 em: MARçO 14, 2008, 12:47:16 »

Meu caro,

Só para lhe mandar um grande obrigado e um abraço pela forma como me tem ajudado (e certamente a muitos mais) a perceber estas matérias básicas, está um excelente trabalho!

Cumprimentos.
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« Responder #11 em: Abril 07, 2008, 06:48:14 »

Codificação de condensadores

CODIFICAÇÃO DO CONDENSADOR            CODIFICAÇÃO EIA
100 pF   0.1 nF   0.0001 µF                                101
1.000 pF   1 nF   0.001 µF                                        102
10.000 pF   10 nF   0.01 µF                                103
100.000 pF   100 nF   0.1 µF                        104
1.000.000 pF   1000 nF   1µF                                105
« Última modificação: Abril 07, 2008, 06:50:57 por José Flor » Registado

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« Responder #12 em: Abril 15, 2008, 12:34:45 »

Imprime e coloqua na parede da tua oficina de electrónica.
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« Responder #13 em: Abril 15, 2008, 14:30:35 »

Obrigado pelos códigos.

Resistências não tenho problemas nenhuns mas condensadores já me dão umas dores de cabeça para identificá-los  Contente
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« Responder #14 em: Julho 18, 2008, 00:45:20 »

Olá Flor,

Gostei muito de sua tabela ela será muito útil no meu dia-dia. Eu também gostaria de deixar um comentário sobre a figura 1. Nela coloca o primeiro simbolo de capacitor como fixo, aqui conhecemos ela como não polarizado e na segunda simbologia você coloca como eletrolítico, aqui conhecemos como polarizado, pois capacitor de tântalo por exemplo, é bastante utilizado em circuito e ele também é polarizado assim como o eletrolítico. Mais uma observação é que tenho uma tabela que consta que a Mica tem 6,5 vezes o poder de capacitancia e Micanite 4,8, com 6 eu tenho a Seda por exemplo, é que não tenho como scannear minha tabela senão eu colocava ela no grupo para que todos pudessem consultá-la... Essas são apenas algumas observações, não quero que me entenda mal, por favor, um grande abraço e fique com Deus...
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