Mako
Transistor

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« em: Agosto 23, 2006, 15:28:06 » |
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Pra começar esta secção fiz uma breve introdução com uns textos que encontrei na net. Para quem nao sabe o que é a Domótica , acho que isto chega pra ficarem com uma ideia.
Domótica:
DOMUS quer dizer casa, DOMÓTICA quer dizer automação da casa. Por definição, automação refere-se a um sistema ou método pelo qual é possível realizar e controlar eventos sem um pensamento consciente. A automação doméstica, ou a DOMÓTICA, usa esses princípios aplicados à habitação particular e colectiva.
O que é que pode ser automatizado numa casa?
Hoje em dia já é possível automatizar o que se quiser em casa. Desde as janelas, estores, luzes, aparelhos, tudo é possível. A climatização (controlo de energia), a segurança, o conforto (controlo das luzes e aparelhos) e as comunicações são os principais factores passíveis de serem controlados de uma forma automatizada numa casa.
Domótica e os Edifícios Inteligentes
A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos por exemplo dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas. Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício.
Vantagens :
As vantagens da domótica passam, para além da comodidade, pela gestão de gastos de electricidade e consequente poupança de energia. Tem, igualmente, vantagens a nível da segurança pois permite-lhe, através de sensores, a detecção de fugas de gás, inundações e incêndios em fase inicial, cortando a água, o gás e a electricidade e avisando-o.
Compatibilidade
Se o potencial deste mercado é enorme, porque é que ainda não existe uma compatibilidade entre todos os equipamentos?
Tem tudo a ver com a defesa dos fabricantes. Por exemplo, a IBM tinha o monopólio dos computadores até ao dia em que surgiram os “IBM compatíveis”. Ninguém arrisca aderir a um standard se tiver de partilhar o mesmo mercado com os seus concorrentes mais directos.
O que está a acontecer é que vão surgindo vários standards, consoante os “partidos” a que os principais fabricantes pertencem, ou seja, juntam-se vários fabricantes das diversas aplicações da DOMÓTICA e dos EDIFÍCIOS INTELIGENTES e cooperam no sentido de juntos apresentarem uma solução global para a generalidade das instalações. Assim existem na Europa vários standards BATIBUS, EIBUS, JBUS, MODBUS, D2B, EIB etc. Nos Estados Unidos o CEBUS, X-10, SMART HOUSE, ECHELON, etc. No Japão o TRON.
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